domingo, 25 de outubro de 2009

Alfabeto

Estava pensando a relação do alfabeto na vida... e aí a mente viajou para longe, me trazendo para perto... então comecei a racionalizar colocando por ordem de chegada. rsrsrs
Logo a princípio veio a letra M, depois outro M (meio chato). Me interessei por um F, depois um A apareceu, outro M, um J. Um S surgiu como mágica; e eu quase nem pude acreditar. Depois N, o C me perseguiu. Aí veio outro C, outro A, mais um C (maravilhoso!). Aí vieram outras letras, que nem me lembro mais, totalmente sem importância. Até aparecer um W, outro A, e mais outro A, mais outro A, um J, , R, outro A, R, um I, e outro A. (não necessariamente nesta ordem).
Notei que repeti algumas letras.. umas mais que as outras. Um capricho da vida...
Cheguei a conclusão que já fui de A a W, porém ainda faltam algumas letras para colecionar histórias, lembranças e fatos.
Pode ser que eu não complete o alfabeto, mas os "astros" prometem! kkkkkk
A vida é mesmo cheia de surpresas, não? Basta olharmos com mais atenção para nortarmos os detalhes, reservados a nós.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

No embalo da música

Com o passar dos dias, dos meses, dos anos até... nos esquecemos dos momentos felizes, das aventuras, emoções, travessuras...
Hoje eu estava no carro, retornando para casa, quando eu ouvi uma música no rádio, nada nova, mas bem animada... Comecei a canta-la e aí um sorriso surgiu no meu rosto, meu coração se alegrou e com isso imagens, situações vieram a minha mente... comecei a rir sozinha... dentro daquele carro, nesta noite chuvosa.
Me lembrei das paqueras, dos nomes... pessoas as quais já havia esquecido vieram a tona... saudade, quanta saudade.
E as emoções? Nossaaa! Quantas! Boas, furtivas as vezes... E quanta oportunidade perdida... ahhh, isso nem se fala!
Ainda continuo a perder, mas nem tão boas são mais, enfim...
Aí veio a certeza de boas histórias... fatos, quantos!!!
Gostaria de conta-los todos, ou quase... mas seria indiscrição minha e desfaria o mistério.
Nomes já repeti, prestei continência, pilotei, alguns nomes nem sei, outros perdi, esqueci...
Fantasmas vivos cansei de ver, em todos os lugares... bocas de um só.
Devaneio árido, em meio pálido, surto vil.
Tudo com preço, bem pago... sofreguidão, angústia... misturados, prensados... empurrados goela a baixo.
Não importa, tudo agora faz parte de um grande enredo, história escrita aos poucos, tão vagarosamente e ao mesmo tempo repentinamente que os pequenos trechos se perdem e se sobrepõem os mais loucos, incisivos e significantes.
De qualquer forma são esses últimos que faz valer a pena viver...
As partes ruins, podres, infelizes, ineficazes são esquecidas, abandonadas, desintegradas no vento... pelo tempo.
O importante é evoluir sempre e melhorar o enredo; continuar escrevendo cada vez melhor e mais elaboradamente, para que restem muitas histórias ricas, engraçadas, cheias de aventura, emoção e grandes momentos. A fim de que a parte ruim seja cada vez menor e ocupe ainda menos espaço em todo o contexto.
E o melhor será lembrar de tudo no embalo de uma boa música em um dia de chuva qualquer

sábado, 17 de outubro de 2009

Deficiências

Por algum motivo me peguei pensando nas deficiências emocionais que as pessoas possuem.
Acredito mesmo que isso seja uma questão de preparo.
Alguns são muito amados e pouco preparados para a vida; no modo de encarar as coisas ruins que a vida apresenta, as dificuldades, os momentos tensos, ruins, surpreendentes, enfim.
Outros não não aprendem a amar, nem ao menos conseguem pronunciar tal palavra (por mais que sintam), mas por outro lado sabem lidar com a decepção, com os momentos de stress, dificuldades, tensões, infortúnios, enfim.
De uma forma ou outra somos deficientes sentimentalmente, carentes, pobres de amor ou de malícia.
Não conheço ninguém que tenha os dois em demasia.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

TEMPO QUE FOGE

TEMPO QUE FOGE - Ricardo Gondim

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo. Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos à limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.

Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada:

- Gosto, e ponto final!

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.

Já não tenho tempo para ficar dando explicação aos medianos se estou ou não perdendo a fé, porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.

                                                                                                                                                                                                                                                    

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora"; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus. Caminhar perto dessas pessoas nunca será perda de tempo.

Leis muito esquisitas sobre sexo

Quando se trata do assunto, o governo precisa ser duro. Mas, em alguns lugares do mundo, legisladores exageram. Acompanhe a lista abaixo e perceba como a expressão "botar no pau" pode adquirir sentidos surpreendentes

No passado distante ou no presente, governos criam leis impossíveis, extravagantes, estúpidas, engraçadas. A variedade é grande, proporcional à capacidade criativa dos legisladores. Festeje: no Brasil, a lei sexual mais influente – fora as criminais de estupro e violência - é básica e abrange casos de atentado ao pudor.

No passado

Graduadas em prostituição
- No Tibete, uma lei milenar exigia que as mulheres se prostituíssem. Assim, imaginava-se que elas ganhassem experiência sexual antes do casamento. No início do século 20, depois da invasão chinesa, e de uma onda de violências sexuais, a lei, naturalmente, expirou.

Ruim para ambas as partes
- Já os hunos puniam estupradores com castração. Mulheres que tinham dois homens eram divididas em duas -- cada um ficava com uma parte, ainda que não fosse exatamente viva.

Boca no trombone
- A imperatriz chinesa Wu Hu, da dinastia Tang, inventou uma lei bem específica sobre sexo oral. Para ela, a mulher denotava sua inferioridade ao presentear o homem com felação – o popular boquete. Os caras é que tinham que usar a boca para beijar o clitóris. Por isso, Wu Hu insistia que, antes de qualquer reunião com homens, que eles manifestassem, oralmente, o seu apreço. A imperatriz abria o robe com que recebia os visitantes e eles tinham de ficar de joelhos e lamber suas partes íntimas. É irresistível especular que deve ter surgido daí a expressão "wu-huuuuu" -- porque a imperatriz era gostosa e a maioria das pessoas intimadas a beijar as intimidades dela achava aquilo um "negócio da china".

Castigo fecal
- Os teutões – povos germânicos que, no ano 100 A.C., viviam, entre outras regiões, onde hoje fica a Dinamarca – puniam as acusadas de prostituição afogando-as em excrementos. Detalhe sobre as mulheres da tribo dos teutões (teutonas, certo?): cometeram suicídio coletivo quando capturadas e dominadas pelo Império Romano.

Dá ou desce (bem fundo)
- Na Roma antiga, havia as virgens vestais. O voto de uma delas durava 30 anos. A que fizesse sexo antes disso poderia ser presa. A pena era ser enterrada viva.

Pés pelas mãos
- Na Espanha do século XVII, ninguém – a não ser o marido – poderia ver os pés de uma mulher. Peitos, tudo bem, mas, os pés eram considerados lascivos e deveriam ser cobertos na presença de qualquer outro homem que não o marido.

Tolerância zero
- Também no Império Romano, os estupradores que cometiam o crime pela primeira vez tinham seus testículos esmagados entre duas pedras. Era um método bem efetivo de impedir a reincidência.

Pelamordedeus
- Nos primórdios do cristianismo, a igreja proibia que se fizesse sexo às quartas, sextas e domingos. Por quê? Porque sim.

Só mudar o grito
- Uma prostituta francesa, no século XVIII, podia ser poupada de punições se tivesse intenção de se juntar à ópera.

É fogo, viu!
- Na antiga cidade de Pompéia, não se podia tingir o cabelo nas cores vermelho, azul ou amarelo. Essas cores indicavam que a cidadã poderia ser uma meretriz. Moças de família poderiam ficar queimadas na sociedade se tingissem o cabelo nessas cores. No fim, como se sabe, acabou todo mundo queimado, independente da cor do cabelo.

Sem meter o nariz onde não é chamado
- O Egito antigo é pioneiro nas leis punitivas para crimes sexuais. Seis mil anos atrás, um homem acusado de estupro era castrado. No caso de mulher adúltera, arrancava-se o nariz dela.

As que valem hoje

Decote legal
- "Seios femininos", de acordo com a Suprema Corte do Arizona, não podem ser legalmente classificados como "partes íntimas".

De perder a cabeça
- Na Indonésia, a pena para masturbação é decapitação. Ou seja: se você tem cabelos nas mãos, não precisa se preocupar com a cabeça. Nenhuma delas.

Na moto, não, please
- Em Londres é ilegal praticar sexo em uma motocicleta estacionada. Se você quiser transar com a moto andando, ok, problema seu.

Dançar sem roupa - denuncie
-No estado norte-americano de Illinois, a lei proíbe muito sobre sexo. Por exemplo, você não pode dançar nu e, também, não pode ficar de barraca armada em público. Faz sentido – ou não.

Usar bigode - denuncie também
- No estado de Indiana, nos Estados Unidos, é ilegal usar bigode se o portador tem "tendência a habitualmente beijar outros seres humanos".

Presuntos em paz
- É ilegal fazer sexo com um cadáver em qualquer parte dos Estados Unidos.

Trair e roçar não pode começar
- Em Hong Kong, uma mulher traída tem permissão para matar seu marido adúltero – desde que seja com as próprias mãos. A amante do marido, no entanto, pode ser morta da maneira que a chifruda achar conveniente.

A truta é treta
- No estado norte-americano de Minessota é terminantemente proibido a qualquer homem fazer sexo com um peixe vivo, dentro ou fora da água fria.

Como você pode notar, quando a assunto é sexo, tem lei esquisita a dar com pau. Aguarde a segunda parte porque o assunto é vasto e -  como no sexo - quem dá a primeira, quer a segunda.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Meio vazio

Cansaço.. é o que sinto
o tempo todo, todo o tempo..
é tudo vazio...

Por isso a cada dia me cerco de coisas inúteis
Fatos fúteis

Palavras, palavras
Tudo fútil, nada útil
Dizer ao vento é não dizer nada
ninguém para ouvir, sentir, pensar
Penso que nada me resta,
nada presta

Então me pego a desenhar,
ilustrar as páginas em branco com cores gritantes,
imaginando as palavras que quero gritar...

Gritar ao mundo, gritar a ele, acordar a mim.
Com um compasso faço um traço e preencho com números
números grandes, pequenos, no fim são contas
contando os dias, semanas, as horas e meses sem você ao meu lado

Lado... de que lado?
De que lado estou?
onde você está?
de que lado devo ficar?
Do lado de quem?
Devo ir pro lado de lá, e partir?

Partir para sempre, sair desse tudo sem nada
Dessa vida de nada que tenho trazido

Megulhar profundo para ver tudo com olhos distantes
Outra forma de olhar para não ver o mesmo...vazio

Ter tudo, ser tudo também é nada se não se está realizada
Tudo e nada é o mesmo que cheio e vazio
Pode-se estar cheio da vida e sentir um imenso vazio de história de vida
Vida, história, cheio, vazio, tudo, nada palavras separadas com sentido, juntas, emboladas, o que importa?
Só levam ao fim, com uma certeza exata

Agrura da alma, profundo abismo..

Estou cheia de um tremendo vazio.

domingo, 23 de agosto de 2009

SURREALISMO

Ainda não sei se cresci, se já passei da adolescência. Não sei se ainda posse freqüentar boate. Não sei se já preciso me vestir como uma executiva só porque tenho um posto a altura. Ainda não sei se quero mesmo abandonar a calça jeans e a camiseta.
Adoro usar tênis!!
Sempre me vi em mais de uma versão e é difícil para mim de repente me enquadrar em apenas um tipo. Sou tantos tipos de mulher... Meu humor é meu guia.
Na TPM prefiro me vestir para matar.... Não a matadora sensual, mas aquela que tem uma “bazuca” nas mãos e atira para todos os lados querendo que mulheres e homens morram para que ela não tenha que falar com ninguém, nunca mais na vida!!! (Mas prefere matar as mulheres primeiro, CLARO!)
Nos dias de bom humor e tempo hábil, com um lindo sol: roupa mais sofisticada, salto alto e maquiagem.
Nos dias de chuva não dá para inventar muito: agasalho e uma bota se tiver inspiração para o “modelito”
Nos dias tristes qualquer coisa preta que me cubra.
Nos dias de “pé esquerdo” e também nos dias de “luta”: calça jeans, camiseta e tênis (batom de vez enquando). Às vezes uma camiseta mais colorida, uma blusinha mais “descolada”, um sapato no lugar do tênis; mas a calça jeans sempre presente.
Para uma festa vestido decotado (o comprimento depende do tipo de evento). Para a balada “kit completo”. Para dentro de casa camiseta e mais nada. Para a cama pijaminha e cobertor. Para um passeio de bicicleta short e camiseta. Para dias em que parece que o mundo é de algodão doce, um vestidinho meigo, florido! Para os dias em que parece que já não há mais solução para nada: lá venho eu com meu básico preto.
Existem pessoas que não importa em que dia estão, não importa se estão no céu ou no inferno, tanto faz se é frio ou calor, se o mundo desaba em suas cabeças ou não... Pouco importa se terão o pão de amanhã... Estão sempre com as mesmas caras, as mesmas roupas, os mesmos acessórios... Enfim, aquele “estilinho” de sempre!
Eu não consigo ser assim, preciso externar o que tenho por dentro. O que sinto! Seja bom ou ruim... Eu sou assim. Não sei se mudo; também não sei se vale a pena. Isso interfere muito na minha vida ou em nada?!
Começo a acreditar que não ter um estilo e se adaptar à vários já é “o estilo”.
Mas um estilo de ser e se vestir traduz a personalidade de alguém?
A vestimenta materializa a personalidade? A roupa personifica?
Realmente não sei a resposta correta, mas creio que a roupa dá dicas de como uma pessoa é; quais as características mais marcantes da personalidade de alguém. Despojada, introvertida, mesquinha, materialista, despreocupada, preocupada demais, vaidosa... Enfim.
Muitas vezes o ato de se vestir impõe presença. Algumas pessoas não se vestem, se armam. Debaixo de tanto cuidado com a aparência se esconde alguém que teme ser atacado, que teme perder a guerra, a batalha, o espaço doravante conquistado anteriormente. Chega a ser um contra-senso. Tanto trato e beleza para se defender e/ou atacar o mundo/ as pessoas.
Existem atitudes tão controversas que se tornam até surreais. Abstratas a realidade que a sociedade, em geral, conhece.
A novela imita a vida, e por vezes foge da realidade, noutras expõe o que pouca gente acredita ser verdade, ou mostra aquilo que a maioria não tem conhecimento, mas que acontece de forma recorrente em determinadas esferas sociais.
Esta ultima novela (Caminho das Índias), por exemplo, ilustra bem o fato que acabei de comentar. Uma mulher de boa educação, sempre muito bem vestida que usa de artimanhas para se defender da “concorrência”. Tem vontade de bater em certas mulheres, mas as trata com educação; mesmo quando estas esperam um surto de grosserias. Isto é “manter a linha”, não se deixar abater, minimizar o problema, se mostrar superior, demonstrar força, poder sobre a situação; seja ela qual for. O fato é que na verdade ela teme por algo que não possa ter o controle, que fique fora do seu alcance... Teme o futuro, o amanhã... Teme o oponente, que desconhece; e teme ser mais fraco que o próprio.
Por isto insurge com o inesperado, uma atitude surreal, nem um pouco esperada que surpreende e chega a causar sentimentos de espanto, simpatia, admiração, suspeita, carisma e principalmente respeito.
Uma atitude que ao mesmo tempo em que se admira, se repudia tamanha a submissão das vontades de uma terceira pessoa; tamanho o abandono de si próprio, de sua personalidade, de suas emoções e sentimentos em prol de um objetivo, uma situação, um modo de vida.
As mulheres são mais capazes desse tipo de artimanha do que os homens. Elas se negam mais em prol de seus objetivos, em prol de seus desejos, sonhos, em prol de outro alguém; do que o homem. A mulher é mais aberta para este tipo de sacrifício, é mais pré-disposta a atitudes dessa grandeza, dessa magnitude.

Às vezes, sem querer acabamos em uma dessas cenas de novela, onde a vida se encarrega de encenar e nos coloca em cena, fazendo um dos papéis principais. Tal qual a cena que presenciamos é a cena que fazemos; em um completo surrealismo, totalmente real... Um momento presente.

É de pasmar e deixar pasmo a todos os espectadores da vida alheia.

ANESTESIA DA ALMA

Uma vez ouvi alguém dizer que existem pessoas que não sabem viver em plena felicidade. Precisam de um problema, um drama para que se sintam confortáveis, ou melhor, para que se sintam vivos!
Também dizem que pessoas abonadas nem sempre são felizes, e que na maioria das vezes os problemas que esse tipo de pessoas possui não depende de dinheiro para ser solucionado. O que de fato deve ser verdade; porque caso contrário nem haveria em que se falar em problemas. Concorda?
Pois bem... não faço parte de nenhuma das duas categorias, mas gostaria de ter parte de ambas. Felicidade e bastante dinheiro. Aí você pensa: “quem não quer?”. Todo mundo, claro. Mas eu não sou o tipo de pessoa gananciosa, não quero mmmmmmmmuito, só o suficiente para realizar algumas das muitas boas coisas da vida. Nem preciso de felicidade repleta, mas preciso de uma concreta, de verdade... dure o tempo que durar. Desejo que os problemas que surgirem venham em baixa escala e que não sejam criados por mim... Que sejam aqueles de situação; devido a uma aquisição, uma conquista, uma vitória... um desejo saciado. Enfim... Problemas advindos de uma boa lide, de uma boa causa. Algo que tenha surgido devido a defesa de uma tese, uma idéia, por proteção a um ciclo....
O pior é adquirir problemas devido a um mal entendido; uma palavra impensada, uma frase mal dita (ou maldita, que seja). Um problema que não existiria se aqueles 5 minutos jamais tivessem existido naquele determinado dia. É o tipo de problema que se torna tão grande, tão imenso para si, que se torna difícil carrega-lo; o que dirá resolve-lo.

Duro mesmo é sentir tanto por isto; é te doer tanto que sua alma fica tolida, insensível a quaisquer outros males, alegrias... a alma se anestesia.
Sabe o que é ir ao paraíso e não se sentir feliz lá? Eu sei
Sabe o que é beber o melhor vinho e ainda assim não se contentar? Eu sei.
Ir as festas temáticas mais legais e retornar para casa antes do fim. Sabe o que é isso? Eu sei
Ir a um baile e não dançar uma única música; querer se embebedar noite adentro e não conseguir esvaziar uma garrafa por falta de ânimo; querer chorar e não surgir uma lágrima dos olhos; olhar a mais linda paisagem e não sentir nada! Não sentir o vento que bate no rosto, não ouvir o barulho das ondas do mar, não sentir o aroma das plantas, o gosto de tudo. Achar tudo tão igual, tudo comum... Sabe o que é isso? Eu sei!!!
É como “estar e não estar lá.”
Um filme em tela grande, onde você usa os óculos 3D. Numa realidade virtual. Uma realidade que parece não sei a sua, apesar de estar lá, de pisar, de ouvir, ver... Mas você não sente!!
Não consegue sentir; não consegue se sentir. Se achar! A dor tomou conta, a problema se transformou em um monstro... dinheiro nenhum no mundo é capaz de resolver isto; e nem depende de você... Saiu do seu controle, não está nas tuas mãos.... Deixou de te pertencer e de ser dominado por você a partir do momento que as palavras saíram da sua boca e percorreram todos o caminho até serem ouvidas por quem as encontrou pelo caminho.
E um problema que não depende de você para ser resolvido é sempre muito maior do que você porque não é conduzido conforme a sua vontade, conforme o seu jeito de ser e a sua maneira de pensar, para ser resolvido. Depende de outra ou de outras pessoas para que se chegue a uma solução. E este tipo de solução nem sempre vem a contento.
“A palavra proferida jamais é retornada”.... essa é frase conhecida.
O fato é que por depender de outros para resolver questões que te atingem diretamente, você fica atado a vontade alheia, a uma outra cabeça, outra forma de pensar... e isso consome... a tal ponto que se chega a sentir que nada mais resta para ser consumido, possuído pela dor que vai no peito e que toma o corpo inteiro.
Já é tudo tenso, dolorido, duro...
O psicológico deixa o físico frágil e todo tipo de males te acomete... a resistência corporal já não é mais um escudo... e o corpo sucumbe ao emocional abalado; e tudo mais se abala. Já nada mais resta a fazer a não ser endurecer a alma, calar, anestesiar o que te resta para não mais sentir dor; e enfim trazer um conforto frágil, ilusório de que já não se sente mais nada.
Porém nada satisfaz, vem o sol, cai a noite, calor, frio, chuva... tudo igual, todo dia... o mesmo dia. Nada é novo, nada tem graça, tudo é normal, sempre igual por mais que não seja, por mais que se ande...
As mesmas pessoas invisíveis a tua volta.... o mesmo desespero guardado a sete chaves na alma...
As mesmas revoltas, reviravoltas na mente... Tudo tecido de couro, impenetrável...
Onde todo sucesso é insucesso... onde toda comida é pouca, todo fruto é velho, toda bola é mucha, toda corrida é “slow motion”, todo show é novela, toda comédia é mal gosto, todo sentimento é teatro....

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Terceirização dos Serviços Domésticos

A tempos essa questão vem me atormentando...
Antigamente, nem faz tanto tempo assim, me lembro que quando se contratava uma empregada o pré-requisito principal era que esta pessoa soubesse fazer de tudo, absolutamente!
A empregada tinha que saber cozinhar, lavar, passar, fazer a faxina e ainda cuidar de crianças. Em alguns casos ainda exigia-se da empregada que fosse ao supermercado fazer compras e diariamente a padaria, comprar os pães do lanche da tarde. Empregada trabalhava de segunda a sábado e não tinha registro em carteira e nem FGTS, e ainda pagava metade do seu INSS.
A alguns dias atrás, depois de um longo tempo sem empregada doméstica (devido aos exageros impetrados pela regulamentação de empregados domésticos no Brasil), precisamos contratar uma diarista (porque empregada mesmo é muito caro). Quando a interrogamos sobre quais os seus afazeres ficamos boqueabertos... A diarista não cozinhava, nem lavava roupas, ou as passava; apenas faxinava a casa. Entrava as 9h da manhã e saia as 17h, de segunda a sexta feira, porque não trabalhava aos sábados e domingos.

Fiquei pensando em como, em tão pouco tempo, a terceirização do trabalho interferiu tão profundamente em nossas vidas e de uma forma tão sorrateira, que nem chegamos a perceber por completo. Só vemos quando está alí, bem na nossa frente!
Hoje se você precisa de uma faxina em sua casa, você contrata uma diarista (que nem sempre faz realmente aquela faxina dos tempos da vovó, que colocava a casa de pernas pro ar para limpar cada cantinho). Se você precisa de comida boa na mesa, dentro do horário, contrate uma cozinheira. Se o seu problema são as roupas, ahhhh só uma lavadeira ou uma Lavanderia, que cobram por dúzia de roupas (tomara que vc use muito vestido ou macacão!!). Alguém para ficar com as crianças? Ligue para uma babá (e veja as referencias antes, hein?)
É bom esclarecer que não sou contra empregado doméstico ter registro em carteira, nem sou contra ao pagamento de impostos em prol da aposentadoria dos mesmos. Mas é importante se ter em mente que o empregador de um empregado doméstico é uma pessoa física, que é empregado também e não uma empresa que visa lucro. O Empregador neste caso precisa de alguém trabalhando em sua casa para ajuda-lo nos afazeres do lar, aos quais não pode dar conta no dia a dia. Não visa lucro no trabalho do empregado doméstico, apenas benefício pessoal, auxilio. Por estes motivos penso que a taxa tributária sobre este tipo de trabalhador não pode ser tal qual um trabalhador de mercado, nem mesmo o seu salário mínimo visto que um empregado doméstico trabalha um período menor que qualquer outro, em média 35 horas semanais.

Por essas e outras é que empregada, empregada mesmo é artigo raríssimo e de luxo hoje em dia. Sabia?

E para que serve uma empregada nos dias de hoje?
Serve para tirar o pósinho da casa, atender o telefone e anotar os recados, receber as correspondências e coordenar os outros empregados, como a faxineira, a cozinheira, a lavadeira e a babá.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

एवेर्य्थिंग Tudo

Me encontre aqui,
e fale comigo
Eu quero te sentir
Eu preciso te ouvir
Você é a luz
que está me guiando para o lugar
onde encontrarei paz... novamente

Você é a força
que me faz andar
Você é a esperança
que me faz confiar
Você é a vida
pra minha alma
Você é meu propósito
Você é tudo

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

Você acalma as tempestades
E você me dá repouso
Você me segura em suas mãos
Você não vai me deixar cair
Você roubou meu coração
E me deixou sem fôlego
Você vai me receber?
Vai me atrair mais ainda?

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

Pois você é tudo que eu quero
Você é tudo que eu preciso
Você é tudo, tudo
Você é tudo que eu quero
Você é tudo que eu preciso
Você é tudo, tudo
Você é tudo que eu quero
Você é tudo que eu preciso
Você é tudo, tudo
Você é tudo que eu quero
Você é tudo que eu preciso
Você é tudo, tudo

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

E como eu poderia ficar aqui com você
e não me comover com você?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?
Me diga, como isso poderia ficar melhor?

Lifehouse - Everything

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Bolha

Sinto como se vivesse dentro de uma bolha... uma transparente e flexível bolha...gelatinosa bolha, siliconada.
Muito querem atravessar a bolha para se aproximarem de mim... alguns já tentaram...sem sucesso.
A bolha tem uns micro furos, é por onde me vem o ar... é como eu respiro. E é também o ponto fraco da bolha, porque é por onde se pode entrar... onde é possível passar... atravessar a barreira, arrebentar a bolha e ficar.
Os que já tentaram se achegar a mim descobriram os furos, os poros da bolha; mais ao penetrá-la foram empurrados para fora com força... como um sopro forte, uma ventania que empurra para longe.
Eu não consigo vê-la, não consigo enxergá-la, nem senti-la... mas posso percebê-la agora... agora que sei o quanto a presença dela me afeta.. o quanto ela me faz sofrer...
Por causa dela vivo só, não consigo me relacionar com os outros... a bolha não deixa, me impede de viver como todos vivem... a bolha quer me matar aos poucos...
Me fazer sofrer é o que mantém a bolha viva, sim Viva!!
E por ser um organismo vivo ela pensa, tem seus anseios... e o objetivo desta bolha é me matar um dia, para que assim ela vença o jogo... O jogo que ela mesma criou.
A Bolha vive sozinha, me cercando e deseja que eu viva da mesma forma, até morrer.
Ela é cruel, insânia, perversa... permite que eu ande, corra, viaje, veja, sinta, me divirta Mas não permite que eu viva inteiramente, intensamente... na menor possibilidade ela repele, expulsa, deixa longe de mim... E mais uma vez eu sofro.
Sempre pensava que a culpa era minha, que eu tinha feito algo de errado... refazia cada passo dado... mas não, não sou... é culpa da bolha...
As pessoas se vão sem saber porque, sem dar explicação, sem dizer uma palavra... E por quê? Porque elas não tem nada a dizer mesmo... elas nem sabem porque estão indo.. não encontram explicação alguma para o que fazem naquele momento. Mas fazem assim mesmo... Influência da bolha, poder da bolha... o sopro da bolha!!
Sei que ela está a minha volta, mas não sei a dimensão da bolha, muito menos sei como faço para me livrar dela, para me libertar e poder viver, como todo mundo.
Queria rasgar a bolha agora... matar a bolha, mas nem ao menos sei se ela tem um coração, um núcleo que pode destruí-la de uma única vez, sem que hajam resquícios, sem chance de sobrevivência para a bolha.
Minha alma grita por socorro, meu coração sangra devido aos cortes profundos que a bolha indiretamente me faz....
Torço para que alguém, além de ver a mim, veja a bolha e tome para si o desafio de destruí-la para enfim me libertar dela... rasgá-la, dissecá-la, eliminá-la por inteiro para que eu nunca mais corra o risco de voltar a ser presa por ela novamente.
Torço para que alguém me queira livre da bolha, para viver... Para viver consigo.
Alguém que me queira tanto longe da bolha e tão perto de si, que não teme o perigo pois o que mais deseja é me deixar viver junto a si, para me proteger, cuidar e me respeitar... me dando a liberdade da qual preciso... sem querer me sufocar, me prender ou me tolir... me deixando viver... como todo mundo.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Versos Simples

Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito

Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração

Chimarruts

Alguém Que Te Faz Sorrir

Eu nunca consegui saber diferenciar
Não querer com não mais sentir
Não merecer com não mais amar

E hoje eu estou aqui
Sem ter lugar pra ficar
Escrevendo canções pra que
Você possa escutar
Com outro alguém do seu lado

Alguém que te faz sorrir
Alguém que vai te abraçar
Quando a escuridão cair
Te impedindo de me enxergar
E eu que hoje estou aqui
E pra sempre vou ficar
Segundos antes de dormir
De mim você vai lembrar

Tente me ouvir
Tente me ver

Um outro alguém (eu vou buscar)
Eu juro que eu vou ser!

Alguém que te faz sorrir
Alguém que vai te abraçar
Quando a escuridão cair
Quando você precisar
De alguém que não vai mentir 2x
Que não quer te magoar
Segundos antes de dormir
De mim você vai lembrar

Fresno

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Receitinha de Vida

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo
dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e
discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela
viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela
ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto
estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador,
dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas
floridas que enfeitavam a janela.

Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de
ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você
decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não
depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu
preparo minha expectativa.

E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando
acordo.

Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades
que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me
obedecem.

- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo
'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus
pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou
focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei
para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só
retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um
monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás,
obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê,
eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja
a vida, sábio é quem a simplifica.

Depois me pediu para anotar:
_COMO MANTER-SE JOVEM_

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o
peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja.
Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.

'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou
ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a
um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.


"De nada vale a pena se não tocarmos o coração das pessoas."

terça-feira, 5 de maio de 2009

Nova Paixão

Agora tenho o que sempre quis... o apoio necessário, que sempre busquei.
Minha nova paixão é assim... ele é a solução dos meus problemas... está sempre ali, na hora certa para me dar a solução exata. Não preciso ficar esquentando a cabeça, como antes.
Ele está sempre comigo, mesmo quando eu não preciso tanto dele assim...Sempre posso recorrer a ele. Por isso me sinto confortável, segura e tranquila quando estou com ele.
Ele raciocina por mim... ele é lógico; científico, eu posso afirmar...
Ele é simples quando se olha pela primeira vez ou não se tem muito contato... mas é bem complexo visto de perto...
Ele têm se aprimorado, com um “ar” mais moderninho, que tem usado ultimamente... mas continua sempre cheio de recursos e truques I N C R Í V E I S!!!
As vezes olho p/ ele e nem acredito! Sempre tem uma surpresa para mim.
Eu sei que iguais a ele tem um monte por aí... mas só vê mesmo quem está atento.
Eu tive meu primeiro contato com ele em meio a uma precisão... necessitava muito de ajuda, estava diante de um problema difícil quando ele apareceu pela primeira vez; e num instante tudo pareceu se descomplicar... ele me deu a solução de bandeja... acho que foi nesse momento que me apaixonei por ele... ele se importou com o meu problema, me deu atenção e me trouxe a resposta!!! Certeira, por sinal.
Aaaahhh! Quem dera todos os homens serem assim: atenciosos, preocupados, acolhedores e bondosos, sempre com uma solução pronta para nós.
Não estou dizendo que devemos ser dependentes deles, afinal a liberdade e a independencia é fundamental, mas atenção e carinho sempre e bom e nunca faz mal a ninguém... é ótimo se sentir e SER valorizada!
Nunca encontrei alguém como ele na minha vida...
Por isso hoje estou feliz... não preciso mais perder tantas noites de sono pensando na solução dos meus problemas, nas minhas contas... enfim... ele resolvi isto para mim... SEMPRE!
Minha felicidade plena se resume em um nome: CASIO!!
Só o primeiro nome não basta, por isso me orgulho do nome completo: Casio S.V.P.A.M – mod. fx-82MS.

Depois que o conheci minha vida nunca mais foi a mesma!!rsrsrs

segunda-feira, 16 de março de 2009

Coffee, Tea or Coke?

Café, chá ou coca-cola?
Se perguntassem a você hoje qual bebida prefere, e te oferecessem apenas estas três opções... por qual delas você optaria?
Bom, você deve estar pensando nas variantes: temperatura, clima, vontade, sabor, pre-disposição, local, meio social. Para eliminar um pouco dessa variantes considere que o clima é ameno, temperatura confortável, local informal, meio social comum.
Alguns não dispensam o cafezinho... outros seguem o padrão mais naturalista e anti cafeínico optando pelo chazinho (gelado ou quente). Outros tantos nada preocupados optam pela refrescância da coca-cola.
Isso não parece importante... até porque você pode consumir as três bebidas em um mesmo dia.
No entanto, o fato de ter que optar em um determinado momento da vida entre duas ou mais opções se torna cada vez mais comum e corriqueiro na vida com o passar dos anos.
Contudo algumas pessoas acreditam que é possível protelar a escolha, ou que simplesmente é possível rejeitar a oferta.
O fato de não optar faz com que a pessoa não saia do lugar, viva numa eterna rotina, sem nenhum crescimento intelectual e/ou profissional. Assim como o fato de continuar optando em beber sempre água, mesmo tendo a oportunidade de provar algo novo e/ou algo mais forte.
É claro que dentro das escolhas que fazemos está implícito o ônus de cada uma.
A cada circunstância tenho a clara certeza de os problemas somos nós mesmos que procuramos.
Para ilustrar essa afirmação imagine que você opta por comprar um carro zero quilômetro. Você vai a concessionária dá uma entrada e parcela o resto em 36 meses. No entanto logo a princípio você percebe que a sua vida financeira ficará mais apertada do que você imaginava. E aí você começa a cortar algumas regalias e privilégios aos quais já estava acostumado. Até aí, não é um grande problema, mas uma nova situação. Porém, após 15 parcelas, surge uma crise no mercado de trabalho e "pimba", você perde o seu emprego e ainda tem mais 21 prestações do seu carro para pagar (e nem novo mais ele é).
Bom, agora você está arrancando seus cabelos para poder dar conta dos seus compromissos financeiros e sobreviver, enquanto não encontra um novo emprego. Agora pense: "se você não tivesse comprado um carro novo, não estaria com um problema desses agora, certo ou errado?".
Já tomei café, chá e agora estou bebendo coca-cola. Estou viciada na coca cola, mas de vez enquando ainda bebo café (apesar de saber que não me faz muito bem).
A vida é experimentação, tentativa e erro. É isso que nos faz crescer, evoluir, aprimorar, nos modificar e nos certificarmos que fizemos o melhor; que vivemos da melhor maneira. E que os problemas não foram maiores do que as nossas conquistas.
Vá em frente (Get Ahead!):
E X P E R I M E N T E !!!!
(Não tenha medo do amanhã; ele pode não existir...)

quarta-feira, 11 de março de 2009

Honrável público!

O título de chamada remete as apresentações circenses... principalmente quando o palhaço vai entrar na arena e se torna a principal atração do circo.
Independente de circo e picadeiro sempre fui a palhaça e nunca me importei. Sempre gostei de divertir as pessoas, trazer um pouco de leveza a vida de cada um... seja quem for.
Fazia tempos que não me sentia mais no centro da arena, sendo o centro das atenções de alguém.
É muito bom quando isso ocorre expontaneamente...de modo natural, simplesmente pelo fato de ser quem você é; e agradar os outros por isso.
Ao mesmo tempo que é bom, também é oneroso porque impõe uma responsabilidade muito grande em tudo o que você diz, o que você pensa e o que você faz... De uma certa forma você se torna exemplo, mesmo que em uma questão ou outra...
Você influencia pessoas....
Procuro não pensar muito nisso... quero mais é me divertir... rir!
Mas hoje fiquei um pouco chateada porque percebi que sou exigida até nas mínimas coisas... Um colega de curso se irritou comigo porque cheguei na aula e não o cumprimentei.
Na hora eu achei que ele estava brincando, mas bastou olhar alguns segundos nos olhos dele que percebi que ele estava mesmo muito irritado (por nada - na minha opinião!).
Pedi desculpas pela falha e me calei... me chateei mesmo... E isso me fez pensar o quanto somos notados...
Pensei na importância dos detalhes para as outras pessoas... a importância dos nossos atos, mesmo que pequeninos... insignificantes para nós. E de repente naquele momento eu não queria ser quem sou. Não queria ser notada, ser o centro das atenções... Naquele minuto queria fazer parte da outra banda.. da banda "dosoutros"!!
POr outro lado tenho a honra de poder me expressar da forma que quero e quando quero e ainda assim ser ouvida.
É o preço a ser pago por ser quem sou.
Esse meu colega se apegou a mim de uma forma que eu não esperava... ele se importou demais com pouca coisa... E repetiu o resto do dia a mesma coisa... disse para mim que a minha mãe me deu educação e eu não soube ou não quis usar.
Tentei argumentar, brincar mas ele não se contentou... melhorou o humor, mas não perdoou a minha falha. (que eu nem sei se foi uma falha mesmo... enfim!)
Eu acho mesmo que ele ficou com ciúmes por eu falar com meu outro colega, que estava mais perto de mim naquele momento, e não com ele que estava mais no fundo da sala. Mas ele não tem motivos para isso porque trato a todos de maneira igual.. brinco com todo mundo... Sou expontânea.
Cobranças sem sentido me enojam e me magoam muito... Porém não vou deixar de ser quem sou, nem vou me limitar a ser quem não sou... minha alegria espontânea continuará, assim como as brincadeiras, as piadas eloqüentes, as gargalhadas profundas, a insanidade controlada.. e tudo em mim que levei anos para construir, moldar, lapidar e transformar.
Se por ser quem sou, fico no picadeiro, sou observada e cobrada... P A C I Ê N C I A! E muita fé nos próprios princípios, na ideologia e na filosofia pessoal de vida.
Sorte!