Sabe quando você não sabe bem o que está fazendo, o que está dizendo, mas você não tem tempo de parar p/ pensar... Você nem quer parar para pensar... você só vai fazendo, fazendo...
Assistir e baixar seriados até se exaurir... até que todos os episódios da sua série favorita sejam vistos e não exista mais nenhum.
Gastar uma grana boa em artigos de artesanato para passar noites em claro e dias sem fim fazendo coisas, pintando, colando, pregando, encaixando, lixando e fotografando cada etapa. Tudo para não pensar... Pensar em outras coisas e fazer outras coisas para não pensar... pensar em nada.... sonhar em nada...
Sem sonhos, sem histórias, sem contos, sem vida, sem ar...
Sem ar é como me sinto agora... sem chance, sem vez... sem possibilidade de ser feliz, de tentar...arriscar, sei lá.
Quero mais nada... estou cansada... luta sem fim... desequilíbrio total, ansia, enjôo, negação, insatisfação, frieza; tudo junto, misturado em mim. Isso é fruto da frustração, descontentamento, desapontamento.
Não quero mais p/ mim.... Por isso faço mais e mais aquilo que nem preciso parar p/ pensar, só fazer e fazer... trabalhar sem parar. Essa é a lei... de resto é esperar a morte, para minha sorte... um fim.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Mais e Mais
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
TESTAMENTO
Alguns fatos da vida nos levam a pensar na morte. Levam-nos a refletir sobre a sorte...o passado, o presente e o futuro.
Então pensei: o que deixaria como legado? Filhos? Não os tenho... Mas se os tivesse deixaria o meu exemplo de vida.
Minhas conquistas não se resumem a bens... Desses não tenho nenhum. Não guardei, vivi cada centavo que pude, em benefício próprio ou alheio (que por conseqüência me satisfez de alguma forma) Da vida não se leva nada disso e dependendo do que se deixa aos outros, não dura muito. Isto é fato.
O que deixaria então?
Deixaria o conhecimento acumulado, a vivência... toda a experiência acumulada de uma vida jovem. As agruras da vida e também as alegrias. Investi tudo em conhecimento, em estudos (que ainda continuo adquirindo).
Além disso deixaria o bem mais precioso que adquiri e o qual considero de muito valor: a L I B E R D A D E.
Liberdade de escolhas, liberdade em ir e vir – quando e onde quiser – sem empecilhos. Liberdade para viajar, sair, me divertir... para fazer o que vier a cabeça. Liberdade para aprender o que convier, para escolher, para errar e tentar corrigir o erro (mesmo que não seja possível). Liberdade para escolher um caminho e, no meio, desistir dele.... Liberdade para recomeçar, em qualquer altura da vida. Liberdade de não desistir do que se quer; e desistir sempre que for necessário. Liberdade para comprar, vender ou dar sem pedir opinião, sem dar satisfação. Gastar sem pedir permissão. Sumir sem ter que dar explicação. Liberdade para dizer NÃO, NÃO SEI, TALVEZ e TANTO FAZ.
Liberdade para fugir do marasmo, da rotina, da chatice, da solidão e de tudo mais que não se queira. Esportes radicais, noites em claro, dias sem fim, riscos desnecessários, medo nenhum, desafios encarados de frente, muita adrenalina, pouca disciplina; nada a perder.
Liberdade para mudar a agenda, mexer no projeto, refazer planos ou simplesmente não ter plano algum.
Sem essa de “riscos calculados”; nunca tive tempo para isso. Nunca pensei muito para fazer... apenas fiz o que meu instinto pedia, a segurança sempre veio do meu sexto sentido (um pouco falho, eu acho). Intensidade em tudo para viver em harmonia comigo mesma.
Liberdade de ser eu mesma. Contraditória, múltipla, complicada, densa, leve, solta, simples, tensa, correta, meiga, frágil, completa; porém única. Triste, feliz, madura, imatura, ingênua, sagaz, preparada, “fula da vida”, sofisticada, engraçada, culta, desinteressada.... Perfeita, dentro de cada limite... do meu limite.
Livre para me preocupar com o que realmente vale a pena; sem medir a vida alheia, sem tempo para fofoca ou “patifaria”.
Liberdade para viver por mim... para fazer o bem, para torcer para quem quiser e pelo que quiser.
Liberdade para ter uma pátria, religião ou crença, gosto, time, cor, amigos...
Peito aberto para a vida no intuito de viver sem medida.
A vida não para, quem para somos nós.
E quando eu parar, todo meu legado será esse; e vou deixar para quem quiser se apropriar... dá para muita gente.
Gostaria que fosse para um filho meu; alguém vindo a este mundo por um motivo muito especial: por amor, por paixão... sem ser obra do acaso ou algo planejado para que outra pessoa abandone a solidão. Alguém que viesse para somar, para fazer lembrar e reverenciar algo bom, saudável... para completar a felicidade. Enfim...
Não sei quanto tempo eu tenho... só Deus sabe.
Já pensei em pedir para ser cremada, virar pó e depois ter as cinzas jogadas em um pomar e voltar a viver nas plantas... dar frutos. Mas depois pensei bem... de alguma forma seria “canibalismo” indireto... outros me comeriam... Mulheres me comeriam!! Credoooo!!!!! Desisti dessa idéia, quando cheguei a essa conclusão.
Aí pensei em ser enterrada em um cemitério jardim... sem aquele monte de túmulos de cimento assustadores.... apenas um cemitério plano, com placas fixadas ao chão. Gostaria de ser enterrada em pé. Uma forma diferente de dar fim ao meu corpo. Não gosto de nada igual, nem na hora da minha morte. Quero que as pessoas tenham paz quando (e se) visitarem meu túmulo. Quero que se lembrem de mim e sorriam... como eu sempre digo: “chorar causa rugas”, e não quero ninguém morrendo numa mesa cirúrgica por conta dos pés de galinha adquiridos por minha causa! (como se isso fosse possível) – risos -.
Sorrir é melhor que chorar... sempre!
Desejo ser lembrada sempre, com muito carinho, afeição... por aquilo que eu sou, por quem eu sou... a pessoa que me tornei. Com todos os defeitos e qualidades. Por ser um ser humano que fez alguma diferença na vida de outras pessoas. Alguém que deixou coisas boas, sentimentos bons, boas imagens. Uma pessoa de coragem!
Desejo flores, desde que sejam rosas, tulipas, gérberas ou orquídeas (as orquídeas são as mais lindas pela sua complexidade de pétalas).
Gostaria que, durante meu velório, houvesse ao fundo – bem baixinho – as minhas canções preferidas... não para mim, mas para aqueles que me conhecem... para ouvirem, pela ultima vez, a pedido meu. Velório não tem que ser silencioso, já basta ser triste. Concorda?
Sempre que beberem um Red Label ou um Black Label (de preferência), brindem a mim... Smirnoff então: bebam por mim!
Ser lembrado é permanecer vivo! E eu quero continuar existindo dentro daqueles que me conheceram....Quero ser eterna na cabeça, na alma e no coração de cada um.
Fé na vida, paz na eternidade....
Então pensei: o que deixaria como legado? Filhos? Não os tenho... Mas se os tivesse deixaria o meu exemplo de vida.
Minhas conquistas não se resumem a bens... Desses não tenho nenhum. Não guardei, vivi cada centavo que pude, em benefício próprio ou alheio (que por conseqüência me satisfez de alguma forma) Da vida não se leva nada disso e dependendo do que se deixa aos outros, não dura muito. Isto é fato.
O que deixaria então?
Deixaria o conhecimento acumulado, a vivência... toda a experiência acumulada de uma vida jovem. As agruras da vida e também as alegrias. Investi tudo em conhecimento, em estudos (que ainda continuo adquirindo).
Além disso deixaria o bem mais precioso que adquiri e o qual considero de muito valor: a L I B E R D A D E.
Liberdade de escolhas, liberdade em ir e vir – quando e onde quiser – sem empecilhos. Liberdade para viajar, sair, me divertir... para fazer o que vier a cabeça. Liberdade para aprender o que convier, para escolher, para errar e tentar corrigir o erro (mesmo que não seja possível). Liberdade para escolher um caminho e, no meio, desistir dele.... Liberdade para recomeçar, em qualquer altura da vida. Liberdade de não desistir do que se quer; e desistir sempre que for necessário. Liberdade para comprar, vender ou dar sem pedir opinião, sem dar satisfação. Gastar sem pedir permissão. Sumir sem ter que dar explicação. Liberdade para dizer NÃO, NÃO SEI, TALVEZ e TANTO FAZ.
Liberdade para fugir do marasmo, da rotina, da chatice, da solidão e de tudo mais que não se queira. Esportes radicais, noites em claro, dias sem fim, riscos desnecessários, medo nenhum, desafios encarados de frente, muita adrenalina, pouca disciplina; nada a perder.
Liberdade para mudar a agenda, mexer no projeto, refazer planos ou simplesmente não ter plano algum.
Sem essa de “riscos calculados”; nunca tive tempo para isso. Nunca pensei muito para fazer... apenas fiz o que meu instinto pedia, a segurança sempre veio do meu sexto sentido (um pouco falho, eu acho). Intensidade em tudo para viver em harmonia comigo mesma.
Liberdade de ser eu mesma. Contraditória, múltipla, complicada, densa, leve, solta, simples, tensa, correta, meiga, frágil, completa; porém única. Triste, feliz, madura, imatura, ingênua, sagaz, preparada, “fula da vida”, sofisticada, engraçada, culta, desinteressada.... Perfeita, dentro de cada limite... do meu limite.
Livre para me preocupar com o que realmente vale a pena; sem medir a vida alheia, sem tempo para fofoca ou “patifaria”.
Liberdade para viver por mim... para fazer o bem, para torcer para quem quiser e pelo que quiser.
Liberdade para ter uma pátria, religião ou crença, gosto, time, cor, amigos...
Peito aberto para a vida no intuito de viver sem medida.
A vida não para, quem para somos nós.
E quando eu parar, todo meu legado será esse; e vou deixar para quem quiser se apropriar... dá para muita gente.
Gostaria que fosse para um filho meu; alguém vindo a este mundo por um motivo muito especial: por amor, por paixão... sem ser obra do acaso ou algo planejado para que outra pessoa abandone a solidão. Alguém que viesse para somar, para fazer lembrar e reverenciar algo bom, saudável... para completar a felicidade. Enfim...
Não sei quanto tempo eu tenho... só Deus sabe.
Já pensei em pedir para ser cremada, virar pó e depois ter as cinzas jogadas em um pomar e voltar a viver nas plantas... dar frutos. Mas depois pensei bem... de alguma forma seria “canibalismo” indireto... outros me comeriam... Mulheres me comeriam!! Credoooo!!!!! Desisti dessa idéia, quando cheguei a essa conclusão.
Aí pensei em ser enterrada em um cemitério jardim... sem aquele monte de túmulos de cimento assustadores.... apenas um cemitério plano, com placas fixadas ao chão. Gostaria de ser enterrada em pé. Uma forma diferente de dar fim ao meu corpo. Não gosto de nada igual, nem na hora da minha morte. Quero que as pessoas tenham paz quando (e se) visitarem meu túmulo. Quero que se lembrem de mim e sorriam... como eu sempre digo: “chorar causa rugas”, e não quero ninguém morrendo numa mesa cirúrgica por conta dos pés de galinha adquiridos por minha causa! (como se isso fosse possível) – risos -.
Sorrir é melhor que chorar... sempre!
Desejo ser lembrada sempre, com muito carinho, afeição... por aquilo que eu sou, por quem eu sou... a pessoa que me tornei. Com todos os defeitos e qualidades. Por ser um ser humano que fez alguma diferença na vida de outras pessoas. Alguém que deixou coisas boas, sentimentos bons, boas imagens. Uma pessoa de coragem!
Desejo flores, desde que sejam rosas, tulipas, gérberas ou orquídeas (as orquídeas são as mais lindas pela sua complexidade de pétalas).
Gostaria que, durante meu velório, houvesse ao fundo – bem baixinho – as minhas canções preferidas... não para mim, mas para aqueles que me conhecem... para ouvirem, pela ultima vez, a pedido meu. Velório não tem que ser silencioso, já basta ser triste. Concorda?
Sempre que beberem um Red Label ou um Black Label (de preferência), brindem a mim... Smirnoff então: bebam por mim!
Ser lembrado é permanecer vivo! E eu quero continuar existindo dentro daqueles que me conheceram....Quero ser eterna na cabeça, na alma e no coração de cada um.
Fé na vida, paz na eternidade....
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
O último dia de nossas vidas
Todos vivemos o hoje, como se o amanhã fosse certo... Como se todos fossemos imbatíveis, donos de nossa própria vida e senhores da hora de nossa morte.
Fazemos planos, projetos... Temos sonhos...
"Ano que vem vou comprar um carro novo"... "Semana que vem vou fazer escalada e acampar"... "Vou viajar para a Europa nas minhas férias"... "Vou me casar daqui a três anos"... "Terei um filho daqui uns 5 anos"... E assim passamos os nossos dias, as nossas horas e nem imaginamos que somos tão frágeis quanto uma planta qualquer, que pisoteamos no dia-a-dia.
Um belo dia, pela manhã, nos levantamos da cama e não nos sentimos bem. Pensamos ser só um mal estar e logo nos focamos em nossos afazeres diários, até que dias depois sucumbimos a um mal estar inexplicável que nos leva a um Pronto Socorro e lá ficamos sabendo que não é um mal estar passageiro; e que por negligência nossa, um problema de saúde se tornou uma doença grave, quase incurável... E lá estamos nós, os imbatíveis e poderosos, donos de si, nos deparando com a "Dona Morte".
Todos nós sabemos que vamos morrer um dia. Por mais que queiramos, a vida eterna no planeta Terra ainda não é possível. Talvez um dia consigam essa proeza, mas os estudos científicos ainda estão longe disso.
Já conseguiram prolongar e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos, mas não descobriram uma formula para se manter vivo e jovem eternamente.
Hoje pensamos mais em trabalhar e adquirir bens e qualidade de vida, do que passar mais tempo com a família e aproveitar os momentos bons que ela tem a oferecer.
Todos nós, sem excessão, estamos mais preocupados em agregar valores a nossa vida do que com o bem estar e o convívio do próximo...
Achamos sempre que dá para deixar isso para depois: "mais a altura", como diz o Português.
NÃO, NÃO DÁ! O hoje nunca retorna, o amanhã pode não existir. E a oportunidade e os momentos de dizer o que se pensa, de externar as emoções pode passar e jamais regressar.
Pode até se dizer as frases: "eu te amo" "adoro vc" "vc é tudo para mim" "penso sempre em ti" "sinto sua falta a cada minuto", mas essas palavras ditas sem o sentimento verdadeiro, sem estar sentindo de verdade, soa falso e é enganoso.
As vezes a vida é mais curta do que pensamos....
Em uma tarde qualquer, você está atravessando a rua e pronto, é atropelado por um veículo a 140km/h, vc já morreu.
Em uma noite aconchegante, vc pensa na vida, faz planos e vai dormir... nunca mais acorda. Planos para que mesmo?
Em um feriado você reunido com a família na beira de uma praia, come um aperitivo contaminado, passa mal e, sem saber que estava sem imunidade, morre no Pronto Socorro por intoxicação alimentar...
Você faz um tratamento prolongado, se prepara para um cirurgia; é operado, passa bem e dois meses depois descobre que foi infectado no hospital por uma bactéria que te causou um câncer no pulmão.
Em algumas situações da vida, em um relacionamento, as pessoas nos aconselham a não dizer nada, em outros momentos a dizer tudo.. não deixar passar o momento certo.
Mas quando é o momento certo para brigar com alguém que amamos? Quando é o momento certo para pedir algo? Qual é o momento certo para pedir apoio e carinho? Um pouquinho de colo?
Quando é o momento certo para gritar ao outro de tanta dor? Qual o momento em que devemos dizer: "tenha respeito pelos meus sentimentos" e "me trate com humanidade"???
É possível ser sincero o tempo todo, dizer o que se pensa e ainda assim o relacionamento sobreviver? A pessoa continuar te amando como antes, da mesma maneira?
Dizem que viver é arriscar... mas seria justo arriscar os relacionamentos em nossas vidas? Nossos amigos, familiares, amores a fins?
A Frase: "é viver ou morrer" é a maior mentira... porque na verdade ninguém escolhe morrer, a não ser que seja louco ou esteja depressivo. Todos querem viver; e mais, NINGUÉM quer envelhecer!
A vida, portanto, não é feita de querer, muito menos de poder... a vida é um milagre, um mistério, um segredo, um acaso com data de validade para se extingüir.
A vida é... FRÁGIL.
A VIDA É NADA!
EU SOU...
Fazemos planos, projetos... Temos sonhos...
"Ano que vem vou comprar um carro novo"... "Semana que vem vou fazer escalada e acampar"... "Vou viajar para a Europa nas minhas férias"... "Vou me casar daqui a três anos"... "Terei um filho daqui uns 5 anos"... E assim passamos os nossos dias, as nossas horas e nem imaginamos que somos tão frágeis quanto uma planta qualquer, que pisoteamos no dia-a-dia.
Um belo dia, pela manhã, nos levantamos da cama e não nos sentimos bem. Pensamos ser só um mal estar e logo nos focamos em nossos afazeres diários, até que dias depois sucumbimos a um mal estar inexplicável que nos leva a um Pronto Socorro e lá ficamos sabendo que não é um mal estar passageiro; e que por negligência nossa, um problema de saúde se tornou uma doença grave, quase incurável... E lá estamos nós, os imbatíveis e poderosos, donos de si, nos deparando com a "Dona Morte".
Todos nós sabemos que vamos morrer um dia. Por mais que queiramos, a vida eterna no planeta Terra ainda não é possível. Talvez um dia consigam essa proeza, mas os estudos científicos ainda estão longe disso.
Já conseguiram prolongar e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos, mas não descobriram uma formula para se manter vivo e jovem eternamente.
Hoje pensamos mais em trabalhar e adquirir bens e qualidade de vida, do que passar mais tempo com a família e aproveitar os momentos bons que ela tem a oferecer.
Todos nós, sem excessão, estamos mais preocupados em agregar valores a nossa vida do que com o bem estar e o convívio do próximo...
Achamos sempre que dá para deixar isso para depois: "mais a altura", como diz o Português.
NÃO, NÃO DÁ! O hoje nunca retorna, o amanhã pode não existir. E a oportunidade e os momentos de dizer o que se pensa, de externar as emoções pode passar e jamais regressar.
Pode até se dizer as frases: "eu te amo" "adoro vc" "vc é tudo para mim" "penso sempre em ti" "sinto sua falta a cada minuto", mas essas palavras ditas sem o sentimento verdadeiro, sem estar sentindo de verdade, soa falso e é enganoso.
As vezes a vida é mais curta do que pensamos....
Em uma tarde qualquer, você está atravessando a rua e pronto, é atropelado por um veículo a 140km/h, vc já morreu.
Em uma noite aconchegante, vc pensa na vida, faz planos e vai dormir... nunca mais acorda. Planos para que mesmo?
Em um feriado você reunido com a família na beira de uma praia, come um aperitivo contaminado, passa mal e, sem saber que estava sem imunidade, morre no Pronto Socorro por intoxicação alimentar...
Você faz um tratamento prolongado, se prepara para um cirurgia; é operado, passa bem e dois meses depois descobre que foi infectado no hospital por uma bactéria que te causou um câncer no pulmão.
Em algumas situações da vida, em um relacionamento, as pessoas nos aconselham a não dizer nada, em outros momentos a dizer tudo.. não deixar passar o momento certo.
Mas quando é o momento certo para brigar com alguém que amamos? Quando é o momento certo para pedir algo? Qual é o momento certo para pedir apoio e carinho? Um pouquinho de colo?
Quando é o momento certo para gritar ao outro de tanta dor? Qual o momento em que devemos dizer: "tenha respeito pelos meus sentimentos" e "me trate com humanidade"???
É possível ser sincero o tempo todo, dizer o que se pensa e ainda assim o relacionamento sobreviver? A pessoa continuar te amando como antes, da mesma maneira?
Dizem que viver é arriscar... mas seria justo arriscar os relacionamentos em nossas vidas? Nossos amigos, familiares, amores a fins?
A Frase: "é viver ou morrer" é a maior mentira... porque na verdade ninguém escolhe morrer, a não ser que seja louco ou esteja depressivo. Todos querem viver; e mais, NINGUÉM quer envelhecer!
A vida, portanto, não é feita de querer, muito menos de poder... a vida é um milagre, um mistério, um segredo, um acaso com data de validade para se extingüir.
A vida é... FRÁGIL.
A VIDA É NADA!
EU SOU...
sábado, 25 de outubro de 2008
"Há males que vem para o bem"
"Prosperando no Caos"
"Está ruim, mas está bom"
"Tirando caruru da lama"
"Encontrar vantagens na desvantagem"
"Tirando vantagem da desgraça (alheia)". Seria esse o título da matéria que eu colocaria estampada nos jornais e em qualquer outra matéria relacionada ao evento Lindemberg, ocorrido na sexta-feira 17/10.
O que começou com um sequestro pacional no dia 13/10 (segunda-feira) por parte de Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, ex-namorado de uma adolescente de 15 anos, chamada Eloá Cristina Pimentel, se transformou em agonia no decorrer da semana, acompanhada pelo Brasil inteiro, passo-a-passo como se fosse uma série dramática de TV. A questão tomou proporção tão imensa que o rapaz ganhou status de indivíduo de alta periculosidade em apenas uma semana. Todo o cenário angustiante findou-se com uma tragédia no final da semana, quando na sexta feira Lindemberg atirou na ex-namorada e na amiga dela, deixando a namorada em estado gravíssimo.
Em nenhum momento o rapaz teve a intenção de atirar em si mesmo, como muitos "loucos apaixonados" frustrados fazem. O que ele queria era vingança. Ele tinha ódio. Pura raiva de ter sido dispensado por uma garota de 15 anos, que havia namorado com ele por dois anos e meio.
Depois que tudo acabou tragicamente começaram os comentários e as especulações... Quem fez certo ou errado. De quem era a culpa pela tragédia... Em primeiro lugar a culpa é do rapaz, que não soube ouvir um NÃO. A polícia agiu como pôde diante da situação. Ter o caso resolvido com final feliz, seria uma vitória para a polícia e não o contrário. As pessoas tem a imensa necessidade de colocar a culpa em alguém se esquecendo do principal: o causador de tudo.
Eloá morreu, mas Nayara sobreviveu ao tiro que levou na boca e agora conta a sua história.
Em um primeiro momento Nayara relatou a real história, mas depois, já em segurança e orientada pela família e por um advogado oportunista fez algumas modificações na sua primeira versão da história para ser beneficiada pela tragédia.
São todos urubus se beneficiando da carniça de uma garota de 15 anos. Todos querendo o seu quinhão.
Essa semana o advogado de Nayara entrou com um processo contra o Estado, onde pede o valor de dois milhões e quinhentos mil reais como indenização por DANOS MORAIS. Duvido muito que essa moça conseguiria ganhar todo esse dinheiro trabalhando sua vida toda; o que dirá em um ano. Uma pessoa que se entitula "louca" e que chama a amiga de "anja", se saber que o feminino de anjo não existe, até porque anjo é assexuado; não pode ter um futuro muito promissor se continuar trilhando este mesmo caminho, não é mesmo?
Fico indignada como as pessoas podem querer tirar vantagem pecuniária de uma situação dessas. Ainda mais uma pessoa que se diz super amiga, quase uma irmã.
O corpo da garota morta quase nem esfriou e já estão deturpando a verdade com o intuíto de lucrar com isso.
Primeiro o tiro foi dado antes da entrada da polícia, depois não... E assim vão se moldando os fatos para que a família inteira possa enriquecer as custas de uma vítima e do Estado; culpando quem só estava ali para ajudar: a polícia.
Parece que não existe mais dignidade, respeito, compaixão, verdade única, ombridade e coragem nesse país; as pessoas só veêm os sifrões na frente dos olhos, na menor oportunidade.
Aonde vamos chegar? Onde essa nação vai parar?
Que valores estão sendo plantados nas mentes de nossas crianças e adolescentes?
Não importam os meios, o importante é o final?
Temos que ter cuidado, porque o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
Pense nisso, antes de achar que tudo isso é normal, que é um direito... Pense nisso, principalmente quando você deveria ficar chocado com uma atitude dessas e não reage.
Pense que amanhã pode ser seu filho pleiteando à você na justiça uma mesada gorda, um carro zero KM, um quarto maior e todo equipado; ou pior, com a arma na sua cabeça porque um dia você ousou dizer NÃO para ele.
Será que todo mal pode ser remediado?
É correto prosperarmos no caos sempre? A qualquer custo?
Quanto vale uma vida? E uma melhor amiga,quanto custa?
Vale mesmo a pena se beneficiar financeiramente na desgraça alheia? Na carniça humana?
Será? O que será de nós?
"Está ruim, mas está bom"
"Tirando caruru da lama"
"Encontrar vantagens na desvantagem"
"Tirando vantagem da desgraça (alheia)". Seria esse o título da matéria que eu colocaria estampada nos jornais e em qualquer outra matéria relacionada ao evento Lindemberg, ocorrido na sexta-feira 17/10.
O que começou com um sequestro pacional no dia 13/10 (segunda-feira) por parte de Lindemberg Fernandes Alves, de 22 anos, ex-namorado de uma adolescente de 15 anos, chamada Eloá Cristina Pimentel, se transformou em agonia no decorrer da semana, acompanhada pelo Brasil inteiro, passo-a-passo como se fosse uma série dramática de TV. A questão tomou proporção tão imensa que o rapaz ganhou status de indivíduo de alta periculosidade em apenas uma semana. Todo o cenário angustiante findou-se com uma tragédia no final da semana, quando na sexta feira Lindemberg atirou na ex-namorada e na amiga dela, deixando a namorada em estado gravíssimo.
Em nenhum momento o rapaz teve a intenção de atirar em si mesmo, como muitos "loucos apaixonados" frustrados fazem. O que ele queria era vingança. Ele tinha ódio. Pura raiva de ter sido dispensado por uma garota de 15 anos, que havia namorado com ele por dois anos e meio.
Depois que tudo acabou tragicamente começaram os comentários e as especulações... Quem fez certo ou errado. De quem era a culpa pela tragédia... Em primeiro lugar a culpa é do rapaz, que não soube ouvir um NÃO. A polícia agiu como pôde diante da situação. Ter o caso resolvido com final feliz, seria uma vitória para a polícia e não o contrário. As pessoas tem a imensa necessidade de colocar a culpa em alguém se esquecendo do principal: o causador de tudo.
Eloá morreu, mas Nayara sobreviveu ao tiro que levou na boca e agora conta a sua história.
Em um primeiro momento Nayara relatou a real história, mas depois, já em segurança e orientada pela família e por um advogado oportunista fez algumas modificações na sua primeira versão da história para ser beneficiada pela tragédia.
São todos urubus se beneficiando da carniça de uma garota de 15 anos. Todos querendo o seu quinhão.
Essa semana o advogado de Nayara entrou com um processo contra o Estado, onde pede o valor de dois milhões e quinhentos mil reais como indenização por DANOS MORAIS. Duvido muito que essa moça conseguiria ganhar todo esse dinheiro trabalhando sua vida toda; o que dirá em um ano. Uma pessoa que se entitula "louca" e que chama a amiga de "anja", se saber que o feminino de anjo não existe, até porque anjo é assexuado; não pode ter um futuro muito promissor se continuar trilhando este mesmo caminho, não é mesmo?
Fico indignada como as pessoas podem querer tirar vantagem pecuniária de uma situação dessas. Ainda mais uma pessoa que se diz super amiga, quase uma irmã.
O corpo da garota morta quase nem esfriou e já estão deturpando a verdade com o intuíto de lucrar com isso.
Primeiro o tiro foi dado antes da entrada da polícia, depois não... E assim vão se moldando os fatos para que a família inteira possa enriquecer as custas de uma vítima e do Estado; culpando quem só estava ali para ajudar: a polícia.
Parece que não existe mais dignidade, respeito, compaixão, verdade única, ombridade e coragem nesse país; as pessoas só veêm os sifrões na frente dos olhos, na menor oportunidade.
Aonde vamos chegar? Onde essa nação vai parar?
Que valores estão sendo plantados nas mentes de nossas crianças e adolescentes?
Não importam os meios, o importante é o final?
Temos que ter cuidado, porque o feitiço pode virar contra o feiticeiro.
Pense nisso, antes de achar que tudo isso é normal, que é um direito... Pense nisso, principalmente quando você deveria ficar chocado com uma atitude dessas e não reage.
Pense que amanhã pode ser seu filho pleiteando à você na justiça uma mesada gorda, um carro zero KM, um quarto maior e todo equipado; ou pior, com a arma na sua cabeça porque um dia você ousou dizer NÃO para ele.
Será que todo mal pode ser remediado?
É correto prosperarmos no caos sempre? A qualquer custo?
Quanto vale uma vida? E uma melhor amiga,quanto custa?
Vale mesmo a pena se beneficiar financeiramente na desgraça alheia? Na carniça humana?
Será? O que será de nós?
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