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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
PROBLEMAS...
domingo, 23 de agosto de 2009
SURREALISMO
Ainda não sei se cresci, se já passei da adolescência. Não sei se ainda posse freqüentar boate. Não sei se já preciso me vestir como uma executiva só porque tenho um posto a altura. Ainda não sei se quero mesmo abandonar a calça jeans e a camiseta.
Adoro usar tênis!!
Sempre me vi em mais de uma versão e é difícil para mim de repente me enquadrar em apenas um tipo. Sou tantos tipos de mulher... Meu humor é meu guia.
Na TPM prefiro me vestir para matar.... Não a matadora sensual, mas aquela que tem uma “bazuca” nas mãos e atira para todos os lados querendo que mulheres e homens morram para que ela não tenha que falar com ninguém, nunca mais na vida!!! (Mas prefere matar as mulheres primeiro, CLARO!)
Nos dias de bom humor e tempo hábil, com um lindo sol: roupa mais sofisticada, salto alto e maquiagem.
Nos dias de chuva não dá para inventar muito: agasalho e uma bota se tiver inspiração para o “modelito”
Nos dias tristes qualquer coisa preta que me cubra.
Nos dias de “pé esquerdo” e também nos dias de “luta”: calça jeans, camiseta e tênis (batom de vez enquando). Às vezes uma camiseta mais colorida, uma blusinha mais “descolada”, um sapato no lugar do tênis; mas a calça jeans sempre presente.
Para uma festa vestido decotado (o comprimento depende do tipo de evento). Para a balada “kit completo”. Para dentro de casa camiseta e mais nada. Para a cama pijaminha e cobertor. Para um passeio de bicicleta short e camiseta. Para dias em que parece que o mundo é de algodão doce, um vestidinho meigo, florido! Para os dias em que parece que já não há mais solução para nada: lá venho eu com meu básico preto.
Existem pessoas que não importa em que dia estão, não importa se estão no céu ou no inferno, tanto faz se é frio ou calor, se o mundo desaba em suas cabeças ou não... Pouco importa se terão o pão de amanhã... Estão sempre com as mesmas caras, as mesmas roupas, os mesmos acessórios... Enfim, aquele “estilinho” de sempre!
Eu não consigo ser assim, preciso externar o que tenho por dentro. O que sinto! Seja bom ou ruim... Eu sou assim. Não sei se mudo; também não sei se vale a pena. Isso interfere muito na minha vida ou em nada?!
Começo a acreditar que não ter um estilo e se adaptar à vários já é “o estilo”.
Mas um estilo de ser e se vestir traduz a personalidade de alguém?
A vestimenta materializa a personalidade? A roupa personifica?
Realmente não sei a resposta correta, mas creio que a roupa dá dicas de como uma pessoa é; quais as características mais marcantes da personalidade de alguém. Despojada, introvertida, mesquinha, materialista, despreocupada, preocupada demais, vaidosa... Enfim.
Muitas vezes o ato de se vestir impõe presença. Algumas pessoas não se vestem, se armam. Debaixo de tanto cuidado com a aparência se esconde alguém que teme ser atacado, que teme perder a guerra, a batalha, o espaço doravante conquistado anteriormente. Chega a ser um contra-senso. Tanto trato e beleza para se defender e/ou atacar o mundo/ as pessoas.
Existem atitudes tão controversas que se tornam até surreais. Abstratas a realidade que a sociedade, em geral, conhece.
A novela imita a vida, e por vezes foge da realidade, noutras expõe o que pouca gente acredita ser verdade, ou mostra aquilo que a maioria não tem conhecimento, mas que acontece de forma recorrente em determinadas esferas sociais.
Esta ultima novela (Caminho das Índias), por exemplo, ilustra bem o fato que acabei de comentar. Uma mulher de boa educação, sempre muito bem vestida que usa de artimanhas para se defender da “concorrência”. Tem vontade de bater em certas mulheres, mas as trata com educação; mesmo quando estas esperam um surto de grosserias. Isto é “manter a linha”, não se deixar abater, minimizar o problema, se mostrar superior, demonstrar força, poder sobre a situação; seja ela qual for. O fato é que na verdade ela teme por algo que não possa ter o controle, que fique fora do seu alcance... Teme o futuro, o amanhã... Teme o oponente, que desconhece; e teme ser mais fraco que o próprio.
Por isto insurge com o inesperado, uma atitude surreal, nem um pouco esperada que surpreende e chega a causar sentimentos de espanto, simpatia, admiração, suspeita, carisma e principalmente respeito.
Uma atitude que ao mesmo tempo em que se admira, se repudia tamanha a submissão das vontades de uma terceira pessoa; tamanho o abandono de si próprio, de sua personalidade, de suas emoções e sentimentos em prol de um objetivo, uma situação, um modo de vida.
As mulheres são mais capazes desse tipo de artimanha do que os homens. Elas se negam mais em prol de seus objetivos, em prol de seus desejos, sonhos, em prol de outro alguém; do que o homem. A mulher é mais aberta para este tipo de sacrifício, é mais pré-disposta a atitudes dessa grandeza, dessa magnitude.
Às vezes, sem querer acabamos em uma dessas cenas de novela, onde a vida se encarrega de encenar e nos coloca em cena, fazendo um dos papéis principais. Tal qual a cena que presenciamos é a cena que fazemos; em um completo surrealismo, totalmente real... Um momento presente.
É de pasmar e deixar pasmo a todos os espectadores da vida alheia.
Adoro usar tênis!!
Sempre me vi em mais de uma versão e é difícil para mim de repente me enquadrar em apenas um tipo. Sou tantos tipos de mulher... Meu humor é meu guia.
Na TPM prefiro me vestir para matar.... Não a matadora sensual, mas aquela que tem uma “bazuca” nas mãos e atira para todos os lados querendo que mulheres e homens morram para que ela não tenha que falar com ninguém, nunca mais na vida!!! (Mas prefere matar as mulheres primeiro, CLARO!)
Nos dias de bom humor e tempo hábil, com um lindo sol: roupa mais sofisticada, salto alto e maquiagem.
Nos dias de chuva não dá para inventar muito: agasalho e uma bota se tiver inspiração para o “modelito”
Nos dias tristes qualquer coisa preta que me cubra.
Nos dias de “pé esquerdo” e também nos dias de “luta”: calça jeans, camiseta e tênis (batom de vez enquando). Às vezes uma camiseta mais colorida, uma blusinha mais “descolada”, um sapato no lugar do tênis; mas a calça jeans sempre presente.
Para uma festa vestido decotado (o comprimento depende do tipo de evento). Para a balada “kit completo”. Para dentro de casa camiseta e mais nada. Para a cama pijaminha e cobertor. Para um passeio de bicicleta short e camiseta. Para dias em que parece que o mundo é de algodão doce, um vestidinho meigo, florido! Para os dias em que parece que já não há mais solução para nada: lá venho eu com meu básico preto.
Existem pessoas que não importa em que dia estão, não importa se estão no céu ou no inferno, tanto faz se é frio ou calor, se o mundo desaba em suas cabeças ou não... Pouco importa se terão o pão de amanhã... Estão sempre com as mesmas caras, as mesmas roupas, os mesmos acessórios... Enfim, aquele “estilinho” de sempre!
Eu não consigo ser assim, preciso externar o que tenho por dentro. O que sinto! Seja bom ou ruim... Eu sou assim. Não sei se mudo; também não sei se vale a pena. Isso interfere muito na minha vida ou em nada?!
Começo a acreditar que não ter um estilo e se adaptar à vários já é “o estilo”.
Mas um estilo de ser e se vestir traduz a personalidade de alguém?
A vestimenta materializa a personalidade? A roupa personifica?
Realmente não sei a resposta correta, mas creio que a roupa dá dicas de como uma pessoa é; quais as características mais marcantes da personalidade de alguém. Despojada, introvertida, mesquinha, materialista, despreocupada, preocupada demais, vaidosa... Enfim.
Muitas vezes o ato de se vestir impõe presença. Algumas pessoas não se vestem, se armam. Debaixo de tanto cuidado com a aparência se esconde alguém que teme ser atacado, que teme perder a guerra, a batalha, o espaço doravante conquistado anteriormente. Chega a ser um contra-senso. Tanto trato e beleza para se defender e/ou atacar o mundo/ as pessoas.
Existem atitudes tão controversas que se tornam até surreais. Abstratas a realidade que a sociedade, em geral, conhece.
A novela imita a vida, e por vezes foge da realidade, noutras expõe o que pouca gente acredita ser verdade, ou mostra aquilo que a maioria não tem conhecimento, mas que acontece de forma recorrente em determinadas esferas sociais.
Esta ultima novela (Caminho das Índias), por exemplo, ilustra bem o fato que acabei de comentar. Uma mulher de boa educação, sempre muito bem vestida que usa de artimanhas para se defender da “concorrência”. Tem vontade de bater em certas mulheres, mas as trata com educação; mesmo quando estas esperam um surto de grosserias. Isto é “manter a linha”, não se deixar abater, minimizar o problema, se mostrar superior, demonstrar força, poder sobre a situação; seja ela qual for. O fato é que na verdade ela teme por algo que não possa ter o controle, que fique fora do seu alcance... Teme o futuro, o amanhã... Teme o oponente, que desconhece; e teme ser mais fraco que o próprio.
Por isto insurge com o inesperado, uma atitude surreal, nem um pouco esperada que surpreende e chega a causar sentimentos de espanto, simpatia, admiração, suspeita, carisma e principalmente respeito.
Uma atitude que ao mesmo tempo em que se admira, se repudia tamanha a submissão das vontades de uma terceira pessoa; tamanho o abandono de si próprio, de sua personalidade, de suas emoções e sentimentos em prol de um objetivo, uma situação, um modo de vida.
As mulheres são mais capazes desse tipo de artimanha do que os homens. Elas se negam mais em prol de seus objetivos, em prol de seus desejos, sonhos, em prol de outro alguém; do que o homem. A mulher é mais aberta para este tipo de sacrifício, é mais pré-disposta a atitudes dessa grandeza, dessa magnitude.
Às vezes, sem querer acabamos em uma dessas cenas de novela, onde a vida se encarrega de encenar e nos coloca em cena, fazendo um dos papéis principais. Tal qual a cena que presenciamos é a cena que fazemos; em um completo surrealismo, totalmente real... Um momento presente.
É de pasmar e deixar pasmo a todos os espectadores da vida alheia.
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Surrealismo
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
O último dia de nossas vidas
Todos vivemos o hoje, como se o amanhã fosse certo... Como se todos fossemos imbatíveis, donos de nossa própria vida e senhores da hora de nossa morte.
Fazemos planos, projetos... Temos sonhos...
"Ano que vem vou comprar um carro novo"... "Semana que vem vou fazer escalada e acampar"... "Vou viajar para a Europa nas minhas férias"... "Vou me casar daqui a três anos"... "Terei um filho daqui uns 5 anos"... E assim passamos os nossos dias, as nossas horas e nem imaginamos que somos tão frágeis quanto uma planta qualquer, que pisoteamos no dia-a-dia.
Um belo dia, pela manhã, nos levantamos da cama e não nos sentimos bem. Pensamos ser só um mal estar e logo nos focamos em nossos afazeres diários, até que dias depois sucumbimos a um mal estar inexplicável que nos leva a um Pronto Socorro e lá ficamos sabendo que não é um mal estar passageiro; e que por negligência nossa, um problema de saúde se tornou uma doença grave, quase incurável... E lá estamos nós, os imbatíveis e poderosos, donos de si, nos deparando com a "Dona Morte".
Todos nós sabemos que vamos morrer um dia. Por mais que queiramos, a vida eterna no planeta Terra ainda não é possível. Talvez um dia consigam essa proeza, mas os estudos científicos ainda estão longe disso.
Já conseguiram prolongar e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos, mas não descobriram uma formula para se manter vivo e jovem eternamente.
Hoje pensamos mais em trabalhar e adquirir bens e qualidade de vida, do que passar mais tempo com a família e aproveitar os momentos bons que ela tem a oferecer.
Todos nós, sem excessão, estamos mais preocupados em agregar valores a nossa vida do que com o bem estar e o convívio do próximo...
Achamos sempre que dá para deixar isso para depois: "mais a altura", como diz o Português.
NÃO, NÃO DÁ! O hoje nunca retorna, o amanhã pode não existir. E a oportunidade e os momentos de dizer o que se pensa, de externar as emoções pode passar e jamais regressar.
Pode até se dizer as frases: "eu te amo" "adoro vc" "vc é tudo para mim" "penso sempre em ti" "sinto sua falta a cada minuto", mas essas palavras ditas sem o sentimento verdadeiro, sem estar sentindo de verdade, soa falso e é enganoso.
As vezes a vida é mais curta do que pensamos....
Em uma tarde qualquer, você está atravessando a rua e pronto, é atropelado por um veículo a 140km/h, vc já morreu.
Em uma noite aconchegante, vc pensa na vida, faz planos e vai dormir... nunca mais acorda. Planos para que mesmo?
Em um feriado você reunido com a família na beira de uma praia, come um aperitivo contaminado, passa mal e, sem saber que estava sem imunidade, morre no Pronto Socorro por intoxicação alimentar...
Você faz um tratamento prolongado, se prepara para um cirurgia; é operado, passa bem e dois meses depois descobre que foi infectado no hospital por uma bactéria que te causou um câncer no pulmão.
Em algumas situações da vida, em um relacionamento, as pessoas nos aconselham a não dizer nada, em outros momentos a dizer tudo.. não deixar passar o momento certo.
Mas quando é o momento certo para brigar com alguém que amamos? Quando é o momento certo para pedir algo? Qual é o momento certo para pedir apoio e carinho? Um pouquinho de colo?
Quando é o momento certo para gritar ao outro de tanta dor? Qual o momento em que devemos dizer: "tenha respeito pelos meus sentimentos" e "me trate com humanidade"???
É possível ser sincero o tempo todo, dizer o que se pensa e ainda assim o relacionamento sobreviver? A pessoa continuar te amando como antes, da mesma maneira?
Dizem que viver é arriscar... mas seria justo arriscar os relacionamentos em nossas vidas? Nossos amigos, familiares, amores a fins?
A Frase: "é viver ou morrer" é a maior mentira... porque na verdade ninguém escolhe morrer, a não ser que seja louco ou esteja depressivo. Todos querem viver; e mais, NINGUÉM quer envelhecer!
A vida, portanto, não é feita de querer, muito menos de poder... a vida é um milagre, um mistério, um segredo, um acaso com data de validade para se extingüir.
A vida é... FRÁGIL.
A VIDA É NADA!
EU SOU...
Fazemos planos, projetos... Temos sonhos...
"Ano que vem vou comprar um carro novo"... "Semana que vem vou fazer escalada e acampar"... "Vou viajar para a Europa nas minhas férias"... "Vou me casar daqui a três anos"... "Terei um filho daqui uns 5 anos"... E assim passamos os nossos dias, as nossas horas e nem imaginamos que somos tão frágeis quanto uma planta qualquer, que pisoteamos no dia-a-dia.
Um belo dia, pela manhã, nos levantamos da cama e não nos sentimos bem. Pensamos ser só um mal estar e logo nos focamos em nossos afazeres diários, até que dias depois sucumbimos a um mal estar inexplicável que nos leva a um Pronto Socorro e lá ficamos sabendo que não é um mal estar passageiro; e que por negligência nossa, um problema de saúde se tornou uma doença grave, quase incurável... E lá estamos nós, os imbatíveis e poderosos, donos de si, nos deparando com a "Dona Morte".
Todos nós sabemos que vamos morrer um dia. Por mais que queiramos, a vida eterna no planeta Terra ainda não é possível. Talvez um dia consigam essa proeza, mas os estudos científicos ainda estão longe disso.
Já conseguiram prolongar e melhorar a qualidade de vida dos seres humanos, mas não descobriram uma formula para se manter vivo e jovem eternamente.
Hoje pensamos mais em trabalhar e adquirir bens e qualidade de vida, do que passar mais tempo com a família e aproveitar os momentos bons que ela tem a oferecer.
Todos nós, sem excessão, estamos mais preocupados em agregar valores a nossa vida do que com o bem estar e o convívio do próximo...
Achamos sempre que dá para deixar isso para depois: "mais a altura", como diz o Português.
NÃO, NÃO DÁ! O hoje nunca retorna, o amanhã pode não existir. E a oportunidade e os momentos de dizer o que se pensa, de externar as emoções pode passar e jamais regressar.
Pode até se dizer as frases: "eu te amo" "adoro vc" "vc é tudo para mim" "penso sempre em ti" "sinto sua falta a cada minuto", mas essas palavras ditas sem o sentimento verdadeiro, sem estar sentindo de verdade, soa falso e é enganoso.
As vezes a vida é mais curta do que pensamos....
Em uma tarde qualquer, você está atravessando a rua e pronto, é atropelado por um veículo a 140km/h, vc já morreu.
Em uma noite aconchegante, vc pensa na vida, faz planos e vai dormir... nunca mais acorda. Planos para que mesmo?
Em um feriado você reunido com a família na beira de uma praia, come um aperitivo contaminado, passa mal e, sem saber que estava sem imunidade, morre no Pronto Socorro por intoxicação alimentar...
Você faz um tratamento prolongado, se prepara para um cirurgia; é operado, passa bem e dois meses depois descobre que foi infectado no hospital por uma bactéria que te causou um câncer no pulmão.
Em algumas situações da vida, em um relacionamento, as pessoas nos aconselham a não dizer nada, em outros momentos a dizer tudo.. não deixar passar o momento certo.
Mas quando é o momento certo para brigar com alguém que amamos? Quando é o momento certo para pedir algo? Qual é o momento certo para pedir apoio e carinho? Um pouquinho de colo?
Quando é o momento certo para gritar ao outro de tanta dor? Qual o momento em que devemos dizer: "tenha respeito pelos meus sentimentos" e "me trate com humanidade"???
É possível ser sincero o tempo todo, dizer o que se pensa e ainda assim o relacionamento sobreviver? A pessoa continuar te amando como antes, da mesma maneira?
Dizem que viver é arriscar... mas seria justo arriscar os relacionamentos em nossas vidas? Nossos amigos, familiares, amores a fins?
A Frase: "é viver ou morrer" é a maior mentira... porque na verdade ninguém escolhe morrer, a não ser que seja louco ou esteja depressivo. Todos querem viver; e mais, NINGUÉM quer envelhecer!
A vida, portanto, não é feita de querer, muito menos de poder... a vida é um milagre, um mistério, um segredo, um acaso com data de validade para se extingüir.
A vida é... FRÁGIL.
A VIDA É NADA!
EU SOU...
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Padrões de exigência.
Quando eu tinha 11 anos, queria mais era ser moleca... batia nos meninos, competia com eles de igual para igual. Aos 15 anos ninguém me interessava a não ser o TOM CRUISE, aquele ator americano. Tinha ele em todos os lugares, no caderno, no teto, na cabeça e nos sonhos... ahh! E que sonhosss!! Cresci um pouco mais e ampliei meus horizontes com relação a homem, além do Tom, eu também fiquei a fim de alguém tipo Patrick Swayze. Me apaixonei por ele depois que vi “Dirty Dancing”, eu era a patinho feio do filme.
Aos 18 anos, meu padrão ainda era permeado por esses “meninos” de olhos claros... e se não fosse assim, não seria de jeito nenhum... Só de pensar em alguém diferente tinha ânsia. Andei dispensando alguns garotos que pensaram ter a capacidade de quebrar meu vínculo de fidelidade aos meus amores. Devido a distância e a vida corrida de Tom e Swayze, passei a beijar garotos que eram muito parecidos com eles... sabe como é, a carne é fraca... mas o coração é fiel. No cursinho me deixei levar pela paixão à um japonês, nissei na verdade... mas foi só até o momento de ver ele de bermuda... aqueles cabos de vassoura em forma de perna acabaram com todo o meu amor. Voltei as raízes, e me desculpei com Tom e Swayze.
Aos 20, e já na faculdade a algum tempo, abri algumas excessões devido ao álcool, mas me arrependia logo em recobrava a sobriedade. Meu namorado de faculdade, tinha olhos claros, era loiro, então continuei seguindo o padrão de minha “aborrecência”. Bom, teve uma parte ruim com relação a esse cara, mas nem convém citar aqui... foi puro azar. Só digo uma coisa: mulheres, cuidado com homens muito bonitos que se acham lindos! Eles podem se perder... enfim. Para bom entendedor meia palavra basta, né?
Aos 23 comecei a pensar em experimentar algo novo, alguém mais moreno, bronzeado e sem olhos tão atrativos, porém arrebatadores no olhar... Me perdi de paixão por um carioca, e mantive um relacionamento virtual (para assegurar a minha tradição) por 6 anos, até que o encontrei pessoalmente e tudo acabou. E eu aos quase 30 anos estava sozinha... Já não quis mais saber do Tom, o Patrick estava velho demais e chato... Disse a mim mesma... “Vou partir para novos horizontes”, e parti mesmo... Meus horizontes se alargaram, comecei a beijar os baixinhos, os gordinhos, os altinhos.. mas os magrinhos e feios demais ainda não consigo encarar... Alguns dizem ser preconceito... outros chamam de seleção... eu SEI que é química! Não consigo encarar... me dá asco! O que posso fazer? Tentar? Eu tentei... Juro!
Hoje aos 30, nem posso reclamar de estar sozinha, a resposta de todos é uma só: VC ESCOLHE DEMAIS! Porra! As pessoas não sabem o que é escolha... tem uma grande diferença entre vc escolher, quando se tem há quem optar, oportunidade e gosto! As pessoas se esqueceram o que é atração física, paixão, amor, química, física e tudo mais? Só porque eu tenho 30 tenho que pegar qquer um, mesmo que não sinta atração? E pode alguém ter contato íntimo com quem não se gosta, nem se sente atraído? Melhor ficar só então.
Aí outros “seres sobrenaturais” viram e te dizem, aahhh o amor vem com o tempo. Com o tempo a gente passa a gostar... NÃO! Com o tempo se acostuma àquela pessoa e se desiste da vida, desiste-se de encontrar uma pessoa compatível, acomoda-se. É exatamente isso que acontece. E apenas isso. Não há amor nisso.
Aí me dizem... aahhh, com a tua idade... arruma um bom amigo e tenha um filho, pelo menos assim vc não fica só. Uau! Daqui a pouco não poderei ter mais filhos... acredita?
Em pleno século 21 e algumas coisas não mudam...
Aproveitando o ensejo...”Alguém quer me ajudar a ter um filho, aê?” (rindo p/ não chorar).
Aos 18 anos, meu padrão ainda era permeado por esses “meninos” de olhos claros... e se não fosse assim, não seria de jeito nenhum... Só de pensar em alguém diferente tinha ânsia. Andei dispensando alguns garotos que pensaram ter a capacidade de quebrar meu vínculo de fidelidade aos meus amores. Devido a distância e a vida corrida de Tom e Swayze, passei a beijar garotos que eram muito parecidos com eles... sabe como é, a carne é fraca... mas o coração é fiel. No cursinho me deixei levar pela paixão à um japonês, nissei na verdade... mas foi só até o momento de ver ele de bermuda... aqueles cabos de vassoura em forma de perna acabaram com todo o meu amor. Voltei as raízes, e me desculpei com Tom e Swayze.
Aos 20, e já na faculdade a algum tempo, abri algumas excessões devido ao álcool, mas me arrependia logo em recobrava a sobriedade. Meu namorado de faculdade, tinha olhos claros, era loiro, então continuei seguindo o padrão de minha “aborrecência”. Bom, teve uma parte ruim com relação a esse cara, mas nem convém citar aqui... foi puro azar. Só digo uma coisa: mulheres, cuidado com homens muito bonitos que se acham lindos! Eles podem se perder... enfim. Para bom entendedor meia palavra basta, né?
Aos 23 comecei a pensar em experimentar algo novo, alguém mais moreno, bronzeado e sem olhos tão atrativos, porém arrebatadores no olhar... Me perdi de paixão por um carioca, e mantive um relacionamento virtual (para assegurar a minha tradição) por 6 anos, até que o encontrei pessoalmente e tudo acabou. E eu aos quase 30 anos estava sozinha... Já não quis mais saber do Tom, o Patrick estava velho demais e chato... Disse a mim mesma... “Vou partir para novos horizontes”, e parti mesmo... Meus horizontes se alargaram, comecei a beijar os baixinhos, os gordinhos, os altinhos.. mas os magrinhos e feios demais ainda não consigo encarar... Alguns dizem ser preconceito... outros chamam de seleção... eu SEI que é química! Não consigo encarar... me dá asco! O que posso fazer? Tentar? Eu tentei... Juro!
Hoje aos 30, nem posso reclamar de estar sozinha, a resposta de todos é uma só: VC ESCOLHE DEMAIS! Porra! As pessoas não sabem o que é escolha... tem uma grande diferença entre vc escolher, quando se tem há quem optar, oportunidade e gosto! As pessoas se esqueceram o que é atração física, paixão, amor, química, física e tudo mais? Só porque eu tenho 30 tenho que pegar qquer um, mesmo que não sinta atração? E pode alguém ter contato íntimo com quem não se gosta, nem se sente atraído? Melhor ficar só então.
Aí outros “seres sobrenaturais” viram e te dizem, aahhh o amor vem com o tempo. Com o tempo a gente passa a gostar... NÃO! Com o tempo se acostuma àquela pessoa e se desiste da vida, desiste-se de encontrar uma pessoa compatível, acomoda-se. É exatamente isso que acontece. E apenas isso. Não há amor nisso.
Aí me dizem... aahhh, com a tua idade... arruma um bom amigo e tenha um filho, pelo menos assim vc não fica só. Uau! Daqui a pouco não poderei ter mais filhos... acredita?
Em pleno século 21 e algumas coisas não mudam...
Aproveitando o ensejo...”Alguém quer me ajudar a ter um filho, aê?” (rindo p/ não chorar).
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